quarta-feira, 8 de agosto de 2007

O que é o trabalhismo??





Com a chegada do século XXI, o famoso trabalhismo brasileiro com aspirações da revolução de 30 e a ascenção dos tenentistas da década antecessora parece ter entrado em um profundo esquecimento pela sociedade conteporânea, em uma vez que se fala em socialismo, comunismo, nacionalismo, liberalismo entre outros modos governamentais de gestão em um estado nacional, e os exemplos de esquecimento estão a olhos vistos, a figura carro chefe para ascenção do trabalhismo no brasil Getulio Dornelles Vargas, além de ter caído em esquecimento pela nova geração, é retratado como uma figura impetuosa, sanguinárea, nacionalista fascista, ditador populista, e todos os seus valores deturpados por visões puramente preconceituosas e desconhecedoras da política trabalhista, aquela que visa manter o equilíbrio entre o capital e o trabalho, buscando a conciliação entre as classes, visando que as duas trabalhem juntamente, objetivando a harmonização do estado nacional, com a crescente extensão social de civilização e da cultura, e ao mesmo tempo buscando na coletividade a expansão do progresso econômico de um respectivo estado nacional, lembrando o teórico brasileiro do trabalhismo Alberto Pasqualini que nem ao menos deixa lembranças na mente desabituada dos desinformados políticamente que constituem o estado brasileiro, sem esquecer do famoso populista comunista de nome João Belquior de Marques Goulart, a primeira vítima do subsersivo 1° de abril de 64, e a reprodução humana de Getulio, aspirador do cargo do presidente Goulart Leonel de Moura Brizola.



O descaso com os líderes trabalhistas é visível, os reácionarios contra o regime do trabalho e capital em conjunto com os agiotas internacionais, sempre apontam as nossas líderanças como pessoas tendenciosas ao poder, manipuladoras e demagogas, ou até mesmo com acusações de carniceiros como foi comprovado durante o regime do estado novo, com os opositores de mentalidade anti soberana estreitando relações juntamente com aqueles que desejavam do estado brasileiro, mais um de seus inúmeros quintais para depósitos de quinquilharias baratas, roubando as riquezas formadoras da nossa autonomia e importância no cenário internacional.
É preciso lembrar que o trabalhismo modificou todo o cenário brasileiro, nossas líderanças alteraram a estrutura que anteriormente aos trabalhistas, perpetuavam no velho colonialismo de cinco séculos antecessores, um modelo subserviente fora do padrão global de industrialização e urbanização crescentes, onde não passavamos de uma fazendinha a serviço da agiotagem inglêsa e ianque, resgatou nossas forças e nosso poder de unificação e integração da adversidade de cores e raças de etnias diferenciadas, com a força do trabalho e a liderança de homens sérios, de caráter e honestidade com seu povo, implantaram um modelo de benefício a todas camadas populares, dos menos favorecidos até ao alto escalão da aristocracia brasileira, e com essa doutrina econômica e social, atingimos patamares comparáveis aos ditos países de primeiro mundo, elevando a constuída miscigenação racial brasileira, ao reconhecimento como nação, como pátria, mais com a subversão ao trabalhismo, a velha ordem anterior a 1930 foi restaurada após um período de 34 anos com o 1°de abril de 64.
Passados 77 anos desde o surgimento do trabalhismo no brasil, e obsevamos o total dilacerar das bases que o trabalhismo nos legou ao longo do tempo, o obscurantismo dos antagonistas do trabalhistas, tomaram a dianteira e mantiveram uma política de desgoverno e subserviência aos mesmos que nos mantinham como quintal colonial desde os tempos de monarquia, o trabalhismo assim como os líderes trabalhistas passam por um momento de estagnação, a falta de líderes desse gênero anda em larga abundância, o ciclo trabalhista anda em frangalhos, é difícil recorrer a lideranças da atualidade, depois do falecimento de velho Brizola, o partido no qual fundou e que agrega as raízes do verdadeiro trabalhismo, se encontra decadente e cheio de péssimos elementos que recolhem os valores da bandeira trabalhista ao abismo pronfundo, e outros descasos que até eu não saberia argumentar.
O trabalhismo precisa urgemente retomar sua antiga posição, voltar aos seus momentos de glória, retomar a cadeira presidêncial, e revigorar tudo que foi feito em proteção ao estado nacional, apostar em quadros legítimos do trabalhismo como forma consistente de mudança e progresso para o estado como para o padrão de vida de todos os brasileiros, de recuperar o orgulho do patriotismo, ter aspirações no futuro das gerações que irão no suceder, é apostar todas as fichas no trabalhismo, só o trabalhismo é eficaz para resgatar o solo brasileiro do abismo escuro e frio que os tiranos nos lançaram a própria sorte, e que sofremos as consequências de tais atrocidades.
Até a próxima e espero que tenham gostado desse artigo, abraços a todos que perderam seus preciosos tempos para ler o artigo.



terça-feira, 24 de julho de 2007

507 anos depois...


Com o passar dos 507 anos do endurecimento regime Português aos Índios nativos de uma terra desconhecida pelos brancos europeus que futuramente se chamaria Brasil, os problemas permanecem ou engrandecem a medida que o descaso ambiental e humanitário se alastrarem por todas as regiões do gigantesco estado Brasileiro, em um primeiro momento, nos quiseram transformar em reproduções do sistema social português com a famosa colônia de povoamento, com a missão advinda da metrópole, na catequisação dos nossos índios para o conhecimento e absorção dos valores da cultura dos brancos, e ao mesmo tempo que exploravam incessantemente as matas virgens daquele solo até então puro, arrancando o pau brasil até escassear, como também fixaram em nosso sagrado solo e por meio de Capitânias hereditárias, mesclaram-se aos índios nativos e trazendo escravos vindos da região Africana sobre domínio de Portugal em tempos anteriores a colonização tupiniquim. A adversidade natural da nossa terra sempre despertou olhares alheios em toda parte dos povos vizinhos de Portugal no continente europeu como francêses e inglêses, e mais precisamente os holandêses, que invadiram nosso terra a fim de expandir seus domínios e influência comerciais com a ploriferação dos engenhos de açúcar e bélicamente com o adentrar de suas tropas tidas como a maior de todo mundo até aquele momento, não apenas em território Brasileiro como também em toda a américa, fazendo com que a coroa se sujeitasse a sua política expansionista, e sendo impedidos pela coragem e bravura dos antigos colonos Brasileiros, reagindo aos invasores a altura e protagonizando uma batalha mortal e memorável que culminaria naa retirada da antiga potência mundial das nossas redondezas. Fracassada a tentativa de reprodução dos valores portuguêses, sofremos um choque ainda maior, os bandeirantes percorrem todo o interior Brasileiro em procura de novas fontes de riqueza naturais, acirrando a disputa pela região das Minas de ouro e metais preciosos nas províncias de Minas Gerais e Goiás vencidas pela metrópole instaurando a colônia de exploração conduzidas pela péssima administração da monarquia portuguêsa, escasseando ainda mais a abundância de nossos recursos naturais com escoamento destes de maneira abusiva, desfortalecendo a colônia com finalidade de manutenção dos luxo da coroa, resultando na fracassada tentativa de indepêndencia do Brasil com a rebelião dos inconfidentes encorajados pela independência Norte Americana, assim como a Revolução Francêsa de prática iluminista na europa, terminado com o esquartejamento daquele que foi considerado como herói devido a tragédia nos últimos momentos em vida, o lendário Tiradentes. A expansão Napoleônica no início do século XIX, precipita o suposto processo de independência do Brasil, trazendo os adeptos da coroa portuguêsa a imigrarem em solo Brasileiro, que com apoio do príncipe regente e futuro monarca do Brasil, reúne todos os descontentes com portugal, protagonizando juntos o 7 de setembro de 1822 entrando em uma nova era, deixando pra trás os tempos de ex-colônia portuguêsa, enfrentando todas impurezas durante o período da administração passada, com sucessivas crises ao longo de quase uma década, só aos poucos estabelecendo os valores da nacionalidade e amor a pátria brasileira nas mãos de um grande homem visionário com mente de um estadista democrático, que entrou na vida pública e manteve-se a frente do império Brasileiro de 6 milhões de almas por um longo período de 50 anos, enfrentando revoluções armadas tanto internamente quanto externamente, o continuísmo na dependência agrária impostas pelos inglêses e elites locais agrárias, emperrando nosso processo de industrialização, sofrendo violentas oposições de sua política emancipacionista, libertando os escravos durante um árduo processo que se perpetuou durante décadas, sendo considerada a gota d'água, onde um golpe de estado havia se formado para a deposição do monarca, com a falsa idéia da proclamação da república, deturpando os valores do 15 de novembro de 1889, se portando como heróis e fazendo a imagem do imperador como um sujeito ultrapassado. Eis que chega a vez das elites oligarcas locais terem o gostinho do poder gladiando com a hierarquia militar, e o atraso da era colonial se perpetuou durante os primerios 36 anos da recém formada república Brasileira, fazendo deste novo e grande país um imenso cafezal, com sacas de café que não acabavam mais, até eclodir na nova super potência global, a crise que colocou em cheque todo o sistema capitalista baseados no liberalismo clássico, dando oportunidade para que uma junta militar lideradas por aquele que seria o brasileiro maior de todos os tempos, tomasse a dianteira para sentar no trono do palácio do catete e assumir uma república constituída por milhões de brasileiros de todas as cores raças ou religiões, durante 15 anos inteiros marcados por um grande alavancar da nacionalidade e de nossa capacidade de sermos independentes e soberanos em todos os aspectos possíveis comparados aos outros povos mundiais, colocando a sua cabeça a prêmio pelos mesmos de outrora que faziam do Brasil uma extensão de seus patrimônios baseados na exploração da maioria exclusa dos benefícios que estes obtinham. Com o fim da era vargas, veio as agitações dos velhos coronéis foram se avolumando, em um primeiro momento derrotados pela comoção popular, depois que manifestaram toda truculência e ódio em cima de um homem, que com um suicídio heróico, foi eternizado por toda a extensão de sua importância fazendo do movimento denominado como revolução de 30, um marco para sua gestão e visão de gênio estadista mundial, adiando o movimento burgês coronelista para que se fosse deflagrado futuramente, o que aconteceu 10 anos depois , onde sentaram novamente no trono com o absoluto poder em mãos, fazendo desse país um quintal ianque, germinando e fortificando o terror e o caos, imperando de norte a sul do imenso Brasil durante duas décadas negras registradas como um mar de sangue em nossa história, terminando com a suposta redemocratização e perpetuando a ditadura civil. Durante esse extenso tempo de colônia para monarquia e república, os problemas não foram extinguidos e sim agravados, nos restando lutar para que tudo termine com um desfecho de felicidades e alegrias ao povo sofrido que habitam esse pedaço de chão batizados como BRASIL.

quinta-feira, 21 de junho de 2007

3 anos sem Brizola...







Post mais do que especial para falar desse grande homem e brasileiro que fez uma época, marcando toda uma geração de legionários, com sua personalidade tomada por fortes anseios de mesclar o nacionalismo, com socialismo e o trabalhismo, sendo um político e homem do povo, prefeito, deputado e governador, estadista, encabeçador de movimentos reácionarios contra os parasitas da população, vice presidente da Internacional Socialista, fundador de um partido de raízes legítimas do trabalhismo PDT iniciada pelo seu mentor maior, guerreiro nos momentos mais cruciais em combate a ameaça contra a integridade da nação brasileira promovida por tiranos falsários, que sempre desamparam o povo em todos os quesitos, em todas as horas e circunstâncias, um homem de ação e palavra, encarando seus medos sem fraquejos ou tropeços, nadando contra a maré dos mesmos de sua classe, consagrou-se para a eternidade. E hoje resolvi vir aqui para deixar essa homenagem ao saudosíssimo Leonel de Moura Brizola, que nos faz muita falta com o passar dos 3 anos de seu falecimento.


Leonel de Moura Brizola é natural de Carazinho, interior do Rio Grande do Sul, nascido no dia 22 de janeiro de 1922, tendo passado por muitas dificuldades em sua dura infância, onde perdeu o pai que forá morto pelas oligarquias gaúchas, sendo obrigado a trabalhar para pagar por seu estudos, sempre tendo uma indentidade maior com as classes trabalhadoras, onde entrou na vida pública ingressando no PTB fundado em 1945 por aquele que seria sua inspiração maior na política, Getúlio Dornelles Vargas, que levou consigo durante sua campanha eleitoral de 1950, Brizola, Jango e Brochado da Rocha, o que saudoso Darcy Ribeiro apelidou como o "jardim de infância" de Vargas, o que foi um grande começo para que Brizola se firmasse durante os anos 50, como uma das principais lideranças de esquerda, elegendo-se prefeito e governador pelo seu estado natal, o que o tornou uma liderança forte dentro do Rio Grande do Sul. A sua consagração veio durante um movimento popular de porte nacional denonimado como "resistência pela legalidade", encaminhando campanha pelas rádios de todo o brasil, convocando o povo de norte a sul do pais, para votarem em um plebiscito de retorno ao regime presidêncialista, abortando os golpistas que fariam do parltamentarismo, uma escala para consolidarem um golpe de estado, assegurando a posse de seu amigo e cunhado João Goulart, sendo eleito deputado no estado da antiga Guanabára com votação histórica até aquele momento, e coordenou o grupo de pressão a Goulart, para que as reformas de base saíssem do papel, enfrentando forte oposição por parte dos membros da UDN e dos EUA através de seu radicalismo político, e tamanho engajamento político serviu de estímulo para que Brizola fosse cotado a ser o próximo candidato a presidente da república que sucederia Goulart. Contudo o ambiente no Brasil dos anos 60 era bastante caótico, resultado do conturbado período histórico da guerra fria, entre sermos uma colônia financeira dos Ianques Americanos, ou Satélite de espionagem dos Soviéticos, Brizola com sua postura radicalista aproximou-se do mito Che Guevara, sendo um dos principais alvos dos golpistas que alastram seus planos de tomada do poder, principalmente após o famoso comício do 13 de março, servindo de gota d'água para os conservadores, onde estes realizam o movimento da Marcha da Família por Deus pela Liberdade, aumentando considerávelmente a insastifação popular com o governo goulart, fazendo com que Brizola planejasse uma sublevação militar no Rio Grande, o que não deu certo, pelo fato de Jango ser contra qualquer medida que fosse culminar em uma guerra civíl, negando o cargo de ministro da guerra que Brizola pediu, e cedendo as pressões dos opositores. O golpe foi consumado no 1° de Abril de 64, e Brizola, assim como Jango e toda sua equipe de governo partiram as pressas para o exílio no Uruguai de 15 anos, onde Brizola planejou movimentos armados para a derrocada da ditadura, como consequência direta de seu segundo exílio, partindo forçadamente do Uruguai para os EUA, alinhando relações com o presidente Jimmy Carter, depois parte para Lisboa, planejando a carta de Lisboa, propondo aos trabalhistas e socialistas para que o antigo PTB de Vargas voltasse, quando a ditadura dava sinais de abertura política. Sua volta do exílio em 79 foi muito comemorada pelo povo Brasileiro, mais a podridão da ditadura continou a assolar os anseios de Brizola, o sonho do antigo PTB foi negado pela ditadura, onde o general Golbery do Couto Silva deu a sigla partidária a Ivete Vargas, e ao mesmo tempo permitiu a ascenção dos falsários do PT, com sua unidade liderada por Lula e os pseudo trabalhistas. como medida de enfraquecer o trabalhismo e ao próprio Briza, restando ao velho fundar outra agremiação política voltada aos interesses do trabalhismo, como foi a criação do PDT , ao lado do grande Darcy Ribeiro, logo se sagrando vencedor das eleições para governador no estado do Rio de Janeiro, mesmo sendo vítima de um ampla conspiração do partido da ditadura PDS. unidos a rede globo de televisão, nas situações em que a vontade popular foi atendida, o velho Briza foi reeleito como governdor do Rio. Tudo parecia muito bem a Brizola após a volta do exílio, até as conturbadas eleições presidênciais de 89, onde sua campanha eleitora foi sabotada por falsas pesquisas eleitorais, e forte oposição de Roberto Marinho, colocando Lula no segundo turno com Collor, enquanto o favoritismo de Brizola foi jogado para escanteio, amargando um 3° lugar nas votações, sendo assim em 94, e 98, onde ele aliou-se a Lula como medida para vencer o neo liberalismo que surgiu á partir da administração de Collor. A popularidade de Brizola decaiu bastante após os ataques da rede globo, não vencendo mais nennhuma eleição, dedicando os últimos anos da sua vida ao PDT, falecendo no dia 21 de junho de 2004, aos 82 anos de idade, sendo reverenciado com uma bela manifestação feita por seus seguidores e simpatizantes no dia de seu sepultamento.
Cumpri minha missão em homenagem ao velho Briza, que nos legou sua ideologia e coragem de luta que perduraram por mais de 5 décadas, restando para que todos continueem seus anseios de amar a pátria acima de qualquer coisa, vai com deus velho Briza!!

quinta-feira, 31 de maio de 2007

A invasão Holandesa











Post mais do que especialíssimo, em homenagem aos valentes Brasileiros, em um determinado momento de nossa história colônial, expulsaram o invasor Holandês de maneira brilhante, mostrando toda a raça e bravura de nossos antepassados, os primeiros habitantes de uma terra glorificada por todos os santos, onde até mesmo os colonizadores Portuguêses, sucumbiram mediante a ameaça Holandesa do século XVII, permitindo o infiltrar destes ao solo Brasileiro. Hoje irei tratar desse assunto, em especial, a batalha de Guararapes, o que indicou o fim dessa ameaça Holandesa a nossa humilde gente, e o feliz desfecho nossa vitória histórica com o agravar das invasões.
O início da expansão Holandesa no Nordeste



Durante os séculos XVI e XVII, foi intensa a luta entre Burguêses e Monarcas, principalmente na extensão da pirataria por parte dos Absolutistas, para conter o avanço dessa nova classe que consolidava sua hegemônia. Outro ponto importante para que o episódio das invasões Holandesas fosse efetivado, fora a expressiva expansão colonialista em solos por todo o continente Americano, patrocinadas pelas Índias Ocidentais, até mesmo a Holanda, que na época, era a potência mais forte do continente Europeu, deu seus primeiros vestígios em solo Brasileiro, durante uma invasão na Bahia em 1624, com uma tropa bélica bastante considerável para a época, despertando o medo iminente dos nossos colonizadores Portuguêses, logo cedendo as chantagens do inimigo, permitindo que a instauração do estado Holandês fosse consumado inicialmente em terras Baianas. dando início as invasões Holandesas. Mas os colonos, não satisfeitos, começam com a reação, tomando a frente contra os invasores, sendo estes responsáveis, por inúmeros combates mortíferos e muitas vitórias, que estendeu-se por anos.



A ampliação Holandesa e a batalha de Guararapes
A expansão da invasão Holandesa perdurou ao longo do tempo, onde estes percorrem por todo o Nordeste Brasileiro, ampliando seus domínios territoriais, passando por Maranhão e Sergipe por volta de 1641, onde os Maranhenses mantém sua defesa territorial de maneira árdua, com a prisão de importantes oficiais Holandêses como o Coronel Hendrick Van Hans, animando os Pernambucanos a se prepararem para o combate aos Holandêses, onde estes, obtém êxito, derrotando as tropas inimigas de milhares de soldados bem equipados para o estender do conflito. A situação reverte a favor dos Brasileiros, onde estes, cercam a capital Recife, enfrentando diversas dificuldades de sobrevivência, como a alimentação, onde estes chegaram a consumir carnes de cães, gatos e ratos mortos. Os Holandêses começam a reação aos colonos Brasileiros, montam um exército forte para retomar o que os reácionarios haviam retirado de seus domnínios e ordenam que o Monarca de Portugal Dom João IV, punisse seus colonos, fazendo com que o Rei enviasse ordens para restituir o que os Brasileiros haviam conquistado dos Holandêses, o que foi negado pelos colonos, em especial, o líder dos reácionarios André Vidal Negreiros através da seguinte frase, " Combateremos até o fim, e somente após expulsar o invasor, iremos a Portugal receber o castigo pela nossa desobediência.". No ano de 1649, 3.650 Holandêses, a mando do Coronel Brinck, decidem retirar-se da capital Recife, rompendo o cerco da Capitânia Pernambucana, marchando para o sul, e instalando-se nos montes guararapes, com o objetivo de atrair os colonos Brasileiros para uma batalha decisiva para o desenrolar das invasões estrangeiras, iniciando a famosa batalha de guararapes, que estendeu-se durante um período de 5 anos, com os colonos lutando de maneira brilhante e astuta, protagonizando batalhas brutais como relembrou uma possível testemunha dos conflitos de guararapes Lopes Santiago, onde os Brasileros lutaram com um número bastante inferior de soldados em comparação ao adversário, só aumentando o vexame Holandês, que em circunstâncias dessa derrota, os invasores enfim, assinam um decreto de rendição de suas forças bélicas no Brasil, colocando um fim nos conflitos que persistiram durante 30 anos, com a vitória mais do que expressiva dos Brasileiros.





Termino aqui mais um post mais do que merecido, esse período das invasões Holandesas, infelizmente não tem sido valorizado de acordo com a grandeza do acontecimento, e até esquecidos ou desconhecidos pela grande maioria, espero que tenham gostado, e mais posts virão, abraço a todos, e até semana que vem.










quarta-feira, 23 de maio de 2007

O tenentismo dos anos 20



Esse movimento militar Brasileiro alastrou-se por todo o país em meados dos anos 20, período em que a política do café com leite promovidos pelas Oligarquias cafeeiras dava sinais de total esgotamento, devido a crise de seu principal produto no mercado internacional, com as sucessivas quedas de nosso produto nacional, agravando o panorama social Brasileiro durante esse período que já era bastante crítico, o que motivou os militares a deflagarem diversas rebeliões armadas, tendo como base, as aspirações de um governo nacionalista, com influências do positivismo do pensador Francês Auguste Comte, desde o sucesso Guerra do Paraguai, e o final do Império de D.Pedro II. E sobre alguns movimentos do tenentismo que irei falar agora, como a revolta dos 18 do forte de Copacabana, a revolta Paulista e o furacão da Coluna Miguel-Costa-Prestes, o que serviram de estopim para o sucesso da revolução de 30, com a culminância da fúria tenentista, assinalando um momento histórico na sociedade Brasileira.
Os 18 do forte de Copacabana seguido pela revolta paulista

A revolta dos 18 do forte de copacabana foi o pontapé inicial para a alanvacada das divergências entre os militares e Oligarquia, onde os militares não queriam que o presidente eleito pelo voto de cabresto e o coronelismo, Arthur Bernardes, não tomasse posse, o que não foi possível, devido a falta de reacionários à aderirem ao movimento, sendo rechaçados pelo exército leal aos cafeicultores, com apenas 2 sobreviventes. Apesar do fracasso do movimento, o prestígio entre os outros grupos militares foi bem alto, o que serviu de estímulo para que novas revoltas fossem desencadeadas, a revolta paulista de 1924 teve data de início no mesmo dia do levante de copacabana em homenagem a este movimento, onde os militares tomaram o poder da capital paulista por vinte e três dias, bombardeando o palácio do governo, intimando o presidente de São Paulo Carlos Campos a retirar-se, indo para o interior do estado. Após a tomada da capital, o movimento expandiu rumo ao interior de São Paulo e outros estados como o Amazonas e o Rio Grande do Sul, mas como resposta, o presidente Bernardes bombardeia a capital paulista em pontos estratégicos, fazendo com que os rebeldes retrocedessem refugiassem na cidade de Bauru, onde o chefe Isidoro Dias Lopes e Joaquim Távora, recebem a notícia que as tropas legalistas se encontravam na cidade de Três Lagoas no Mato Grosso do Sul, resolvendo atacar essa região, sofrendo a sua maior derrota para os legalistas, perdendo considerável parte de suas tropas, o que restou aos rebeldes paulistas, a refugiarem-se no Sul, onde encontram outra coluna militar chefiada por Luis Carlos Prestes na cidade de Foz do Iguaçu no Parána, ocorrendo a fusão dessas colunas, formando a famosa Coluna Miguel-Costa-Prestes


A bravura da Coluna Miguel-Costa-Prestes e revolução de 30

Coluna esta formada no Rio Grande do Sul, com influências do 18 do forte e da revolta paulista de 24, onde o irmão de Joaquim Távora, Juarez Távora, tomou a cidade de Uruguaiana, Siqueira Campos tomando a cidade de São Borja, e Prestes a cidade de Santo Ângelo, na situação onde Joaquim e Siqueira Campos, fracassaram para que o movimento alastrasse pelo interior do Rio Grande do Sul, mas Prestes rompe o cerco do estado, e foge para o Parána, encontrando com a Coluna formada por Isidoro e Joaquim em Fóz do Iguaçu, mesclando-as, com a formação da Coluna Miguel-Costa-Prestes. A bravura da Coluna foi tanta, que percorreram mais de 25.000 km de norte a sul do território Brasileiro, através de estratégias despistando as tropas legalistas do governo. Porém, o movimento não alcançou sua meta de derrubar o até então presidente Washington Luís, já que a coluna retirou-se do Brasil, partindo para esconder-se na Bolívia, retornando ao país tempos depois, saindo vitoriosos da batalha na cidade de Lençóis. A rebelião do tenentismo atinge o seu apogeu, em 1930, com um movimento militar de porte nacional, devido a derrota nas urnas da aliança liberal formada por Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraíba, com Getúlio Vargas e João Pessoa perdendo para o candidato do governo Júlio Prestes, e o enfraquecimento das Oligarquias pós crise de 1929 em todo o mundo capitalista, o que só acrescentou para o sucesso da revolução, que em menos de um mês, percorreu todo o país, derrubando a república velha, expulsando os cafeicultores do poder, e instaurando uma nova forma de governo, caracterizada pela era vargas.
Fico por aqui, prometendo mais posts sobre esse assunto do tenentismo, abraço a todos e até outro dia.

















segunda-feira, 14 de maio de 2007

Revolucionários Brasileiros?, aonde estão?







Sim meus amigos, é outra de uma série de dúvidas que pairam sobre minha mente, onde estão aqueles que durante os anos 60 juraram mudar o mundo?, e que chegam ao poder, e simplesmente colaboram com os mesmos quem um dia eram eternos inimigos. Entre essas e outras controvérsias e descompromissos com as ideologias revolucionárias de nossos "heróis", que irei comentar agora nesse post, abordando duas figuras misteriosas, que hoje, deterioram sua pátria, asfixiando seus semelhantes, o inteligentíssimo sociólogo Fernando Henrique Cardoso, e o ex-sindical e atual presidente da república, Luis Inácio Lula da Silva, e ambos, articuladores do movimento diretas já, com o falso desfecho para o retorno a democracia.



O brilhantismo do sociólogo em gestão presidêncial

Fernando Henrique Cardoso, filho de um militar nacionalista, não mantendo uma ideologia política próxima ao pai, já que este militar, mostrou-se amplamente favorável a uma campanha altamente nacionalista denominada como "O petróleo é nosso" encabeçada por Vargas. Fernando Henrique iniciou a sua brilhante carreira como sociólogo formando-se em Sociologia na universidade de São Paulo, foi professor da USP, e até mesmo sendo intérprete de filósofos famosos como Jean Paul Sartre. Durante a ditadura militar, FHC foi mais um de uma grande lista de nomes, sendo caçado pelo endurecimento do regime no momento do auge da repressão com a aplicação do AI5 , exilando-se em países como Chile, França e Estados Unidos. Quando retorna ao país, estímula a formação do PMDB, com o fim do bipartidarismo, candidatando-se a senador e prefeito, mas perde estas eleições, só sendo senador com o abandono de Montoro para concorrer ao governo de São Paulo, sendo bastante prestigiado por Tancredo Neves e Ulysses Guimarães, com o movimento diretas já, e em 86, ele juntamente com Mário Covas, são eleitos com a maior porcentagem de votos da história para o cargo de senador, aumentando seus prestígios dentro do partido, só que em 88, fundaram outro partido, o PSDB, devido as divergências com outros militantes do PMDB. Teve participação ativa durante o período de Itamar Franco na presidência, sendo seu ministro das relações exteriores, o que depois assumiu a pasta de ministro da fazenda, e implantando em 1994, o plano Real, com a aparente estabilização da econômia Brasileira ( o que nada mais é do que o dólar batizado de real ), devido ao crescimento inflácionario das outras moedas Brasileiras . O Suceso do plano real, garantiu-lhe a vitória pra presidente da república no mesmo ano em que lançou o plano. Durante os seus dois mandatos para presidente, foram inúmeras as catastrofes que ele implantou, com a ruptura quase que completa do intervencionismo estatal advinda da era vargas que seu falecido pai tanto lutou, ( privatizações, multinacionais, iniciativas privadas, aumento da dívida externa com inúmeros empréstimos ao capital internacional, sucateamento do parque industrial Brasileiro, aumento da carga tributária, taxa de juros exorbitantes, queda do salário mínimo, flexibilização das leis trabalhistas, terceização da mão de obra, denúncias de corrupção etc ), sendo crucificado pela oposição, com sua postura política neo-liberal ( ou entreguismo ), sendo que o sucesso de seu plano real garantiu a ele, nova vitória nas urnas, devido a famosa compra de votos após a emenda que ao subsídio de parlamentares, foi aprovada, sendo que a emenda se tratava da reeleição presidêncial. Durante o segundo período de FHC, foi notável o descontrole inflácionario proporcionado pelo real que ele mesmo ajudou a fundar junto a outros econômistas, deixando o Brasil em uma grave crise financeira, mais que mediante aos problemas financeiros e sociais, conseguiu como feito histórico, ser o segundo presidente da república, depois de Juscelino Kubistcheck a terminar um mandato presidencial, o que podemos dizer, que sua política foi de total alinhamento aos mesmos que no passado, deram manutenção que a ditadura que FHC foi contra, fosse efetivada, e que este terminasse seu mandato presidêncial.


Leonel Brizola nos afirmou "Caímos no conto do ex-operário"

O ex-sindicalista e atual presidente da república Luís Inácio Lula da Silva, teve uma infância conturbada, mediante a pobreza de sua terra natal, emigrando de Caetés Pernambuco juntamente com sua família, para tentar a sorte no litoral de São Paulo. Sua sofrida adolescência é marcada de inúmeros empregos, na ocasião onde perde um de seus dedos em acidente de trabalho, até que ingressasse no sindicato de São Bernardo do Campo em tempos de AI5, fazendo com que durante o início dos anos 70, viajasse aos EUA, para realizar um curso de qualificação sindical em um órgão conservador do sindicalismo Americano denominda como AFL-CIO, o Instituto Interamericano de Sindicalismo Livre, sendo bastante questionado por sua legitimidade ao trabalhismo e alvo de críticas por parte de militantes do PDT, e quando retorna ao Brasil, tem apoio do general Goubery, e após ficar preso por vinte dias no DOPS paulista de maneira suspeita, tem os seus direitos como metalúrgico retirados, assim formando o partido dos trabalhadores o PT junto a outros colegas da área, como forma de dividir a classe trabalhadora, interrompendo o trabalhismo, já que membros da ditadura militar, retiraram a sigla do antigo PTB de Getúlio Vargas das mãos de Leonel Brizola, entregando a sigla partidária para um grupo elitista qualquer, restando a Brizola, formar outro partido trabalhista, o PDT. Lula participa ativamente do movimento diretas já com Ulysses Guimarães, para que a emenda Dante de Oliveira sobre as eleições diretas pra presidente da república fosse aceita no congresso. Em 1986, Lula é eleito deputado federal com a maior porcetagem de votos para a câmara federal em toda a história, e em 89, se candidata para presidente da república, que com a manipulação imposta pela rede globo de televisão, vai para o segundo turno com Fernando Collor de Melo, retirando Brizola da disputa, perdendo as eleições para o caçador de marajás, situação que repete em 1994, perdendo as eleições no primeiro turno para o sociólogo e ex-ministro da fazenda, Fernando Henrique Cardoso e seu plano real, e em 98, Lula em parceria com Leonel brizola, novamente perde as eleições para FHC no primeiro turno, eleições essas marcadas pelas irregularidades, através das fraudes nas urnas eletrônicas e subsídios a parlamentares. Só consegue obter vitória no pleito em 2002, derrotando o candidato do PSDB, José Serra, tendo o seu governo marcado pelo continuísmo do mesmo sistema neo-liberal de seus antecessores Collor e FHC, mais específicamente, a expansão dos produtos Chineses, corrompendo ainda mais o parque indústrial Brasileiro, e os inúmeros casos do famoso "mensalão", o que colocaram em cheque toda a gestão do ex-sindical, que resiste as pressões adversas, e com o apoio popular, se reelege em 2006. O primeiro a fazer críticas severas ao governo Lula foi Brizola, poucos mêses antes de sua morte, que com a frase citada a cima, fez com que Lula perdesse apoio dos verdadeiros trabalhistas, sendo alvo de vaias populares, durante o velório de Brizola, algo que as emissoras de televisão sequer mostraram ao povo Brasileiro.
Depois dessa amostra dos dois homens públicos, que um supostamente lutaram pela pátria Brasileira, retiraram suas máscaras, e mostraram toda sua essência de tirânia e desamor ao Brasil, seguindo a risca tudo que o capital financeiro internacional nos impõe, a ditadura não terminou, regredimos a condição de colônia financeira das grandes potências mundiais, nossa soberânia está arduamente abalada, perdemos nossa identidade, entre tantos outros fatores negativos que sofremos hoje, devido as intermináveis mazelas dos sujeitos mostrados, fica a pergunta, onde estão os revolucionários Brasileiros??

quinta-feira, 3 de maio de 2007

O 1°de maio teve seus valores perdidos?






O 1° de maio foi a culminância, o fruto das manifestações operárias em toda a Europa no século XIX, mediante da iminente exploração que estes sofriam e ainda sofrem da Burguêsia até mesmo em tempos da atualidade, exploração essa responsável pela extorsão generalizada dos lucros e patrimônios em decorrência das estruturas de trabalho e legislações trabalhistas totalmente desumanas oferecidos aos trabalhadores, como cargas horárias elevadas, incentivo ao trabalho infantil, remunerações baixas pelo tempo de serviço, e a ausência do estado em aspectos infra-estruturais, entre tantos outros fatores responsáveis pela avolumação operária por todo o continente com protestos a todos os indústriais da época, através de sucessivas greves, parando toda a produção nas indústrias, exigindo por melhorias nas legislações trabalhistas pelo aumento das remunerações salariais, redução do tempo da carga horária de trabalho, enfim, uma reforma generalizada em todos os aspectos de onde a Burguêsia formava suas intermináveis fontes materiais, com algumas vitórias por parte do operariado, foram ganhando a oposição dos patrões, apimentando ainda mais a relação da divisão de classes iniciadas com a hegemonia da Burguesia com a decadência do Absolutismo, e a consolidação dos mesmos advinda da revolução indústrial.


Os valores do Marxismo deturpados pela revolução russa

Mediante as divergências entre operariado e patrão, serviram de estudo para uma das maiores mentes pensantes do século XIX, ao Alemão Karl Marx que ao lado de Engels, desvendam todos os mistérios da exploração da Burguêsia exercida ao proletariado, através de um manifesto denominado como "manifesto comunista", servindo de estímulo para que os operários e sindicatos em todo o mundo, na intensificação das suas reinvidicações populares em torno do marxismo em todo o globo, pregando a ditadura do proletariado, sendo o estopim necessário para que na Rússia do século XX, eclodisse a Revolução Russa, devido á crise alarmante atravessada pelo país, deixando o mundo Capitalista em um total alvoroço, com o despertar da esperança sindical dos países que sofreram a influência do impacto da revolução, até mesmo no Brasil com os anarquistas e a criação do partido comunista Brasileiro, a revolução que em um primeiro momento, teve o líder da revolução russa Lênin seguindo a linha do marxismo, mais que os valores do ideal comunismo marxista foram totalmente deturpados com Joseph Stalin, dando início o "totalitarismo Stalinista", após a morte de Lênin em 1924. O impacto da URSS pelo mundo foi tamanho, que logo surgiram os totalitaristas de direita, como a Marcha sobre Roma e ascenção de Benito Mussolini e o Terceiro Heich de Adolf Hitler, tentando colocar em cheque o totalitarismo Stalinista.

O 1° de maio no Brasil

Data essa que foi oficializada pelo presidente Getúlio Vargas após o sucesso da Revolução de 30, expondo a legistação trabalhista em atividade, nas melhorias da estrutura e dos direitos trabalhistas em dignidade ao serviço prestado pelo trabalhador, através do salário mínimo, criando os sindicatos, subsidiando os trabalhadores e os indústriais brasileiros na formação do parque indústrial Brasileiro, em um processo que denomina-se como Trabalhismo, aglutinando pontos característicos do capitalismo e do socialismo, e fazendo destes beneficiados, a sua base eleitoreira para o vencer das eleições futuras, ganhando a simpatia do operariado mais até do que comunistas e anarquistas da época, o que não agradou em nada as elites locais que anteriormente a revolução de 30, que incentivaram a monocultura do café, mantendo o país no mais absoluto atraso provocado desde a era colônial, e os mesmos que nutriam o ódio do estadista, desejavam a todo custo, depor o presidente e revogar leis do CLT, para a manutenção da velha ordem bastante vigente anteriormente a revolução, e de fato a velha ordem foi novamente colocada em vigor, sendo instaurada após o golpe de 1964, na situação em que os militares, aliados com a burguêsia, derrubaram o presidente João Goulart que seguia rigorosamente a doutrina imposta por Vargas.

O que virou o 1° de maio?

As lutas operárias que até os dias atuais mantém - se ativa, não apresentam o mesmo entusiasmo e vitalidade de dois séculos atrás, os trabalhadores de todo mundo não seguem o engajamento necessário para que as vitórias do proletariado sejam efetivados com êxito, os lucros patrimôniais dos patrões permancem, com as jornadas de trabalho que continuam incompatíveis com a remuneração no final do mês, entre outros fatores, agravando a fome e a miséria por todo o planeta. Hoje o 1° de maio virou um feriado qualquer, um dia de descanso e festas, e não em protestos dos que detêm o poder, uma data onde muitos desconhecem o significado desta que tornou - se importante e oficial ao mundo, através do resultado de décadas e mais décadas de suor, luta e sacrifício dos que venderam a sua força de trabalho por migalhas, apenas para o seus ganha páo, a subserviência trabalhadora em relação a burguêsia continua em pleno vapor, encontrando lá suas resistências em estados nações como a Venezuela, onde o presidente Hugo Chavez instaurou o maior salário mínimo de toda a américa latina, mais que ainda está longe de ser o ideal para a sobrevivência com dignidade e humanidade para todos no planeta. Fico por aqui depois irei postar mais, abraços a todos que tiverem paciência para ler, até mais a todos.